sexta-feira, 24 de maio de 2013

Quando vais

Detesto quando apareces sem aparecer,
E deixas no ar tudo o que és sem nada dizer!
Detesto o jeito com que te fazes ouvir e sentir
Detesto a forma como te escondes por detrás de peneiras
Detesto a forma desligada de te ligares.
Detesto a minha forma de sentir isto
De ficar aqui sentado, sem ver, sem sentir,,
Como se estivesse semi despido
Mas que nunca se despiu de verdade.
Não entendo quando vais
Como podes chegar e partir
Como podes entrar e sair
Como podes ancorar e andar à deriva
Não entendo esse teu jeito de desapego
Que nunca cola
Que nunca sente
Que nunca se emociona.
Não acredito nessa tua forma fria!
Não sinto, não vejo, não toco, mas sei,,
Não acredito em ti,, nem nesse teu jeito de ir..
Vens e vais,, vais e vens!!
Não sei se gosto de gostar disto!
De ficar porque ir a dor é maior!
Não sei se aqui fico,
Mas sei que é melhor que partir.
Detesto quando vais,,
Se triste
Se a sorrir
Se apenas a ir..
Não sei quando vais!?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

tentação*

não sei porque existes com tão robusta doçura
mas que ardor, que dor!
parece impossivel a nossa união.
sinto a mente estrangulando o corpo
que ganha vida e forma em ti
tento fugir, deixar-me a mim próprio
mas estou preso por esta força extrema,
um querer que sufoca!
quero desistir de ti, quero ser livre,
quero poder deixar de querer de ti!
oh! que cousa!
deixa minha alma!
abafa este sentimento louco!
liberta-te de mim,
quero poder deixar de não poder!
poder querer, querer poder...
oh! desconhecida, QUERO-TE!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

sensações

teu jeito me fascina, como o céu
imenso de paixao ardente.
quero estar contigo agora,
sentir a minha alma carente

alucinado com teu cheiro
amarrado de corpo e alma
saber que em ti, sou eu.
em mim teu ser acalma.

o sorriso me encanta,
como a luz do pôr-do-sol
tua voz, ouço-a assim:
como o cantar do rouxinol.

sinto a respiraçao, ofegante!
pois o coração está exausto.
contigo quero ser maior
eu próprio já nao me basto.